Marketing de Guerrilha

by - outubro 26, 2014


O Marketing de Guerrilha foi criado em 1982 pelo publicitário americano Jay Conrad Levinson, inspirado na modalidade de guerrilha Bélica. 

Armas alternativas, criativas, independentes, improvisadas, entre outras características eram utilizadas como estratégias de resistência dos exércitos mais fracos frente aos mais fortes. 

Assim, o marketing de guerrilha surgiu devido à escassez de recursos de algumas pequenas empresas, que precisavam causar grande impacto com pouca verba.
“Combate-se” as grandes marcas. No entanto, grandes marcas e empresas passaram a utilizá-lo.

Conceitualmente, Marketing de guerrilha se traduz na utilização de táticas de marketing não convencionais, concebidas para obter a máxima exposição, atenção e resultados a partir de um consumo mínimo de recursos.

O Marketing de guerrilha não deve focalizar na empresa, mas sim no cliente, sendo por isso necessário aproveitar cada oportunidade para ajudar os potenciais e atuais clientes a obter sucesso. A partir do momento que a empresa realiza um bom trabalho e consegue gerar boca-a-boca, consegue ter sucesso garantido, surgindo, geralmente, de uma combinação de jornais, revista, rádio, correio e “passa-palavra”. 

O objetivo principal do Marketing de Guerrilha é promover uma “guerra” apanhando as pessoas de surpresa ou, pelo menos, num local em que estejam mais receptivas do que, por exemplo, no intervalo da novela. 

"A chave do Marketing de Guerrilha é a criatividade, fazer algo diferente” Michael Leonard.
Assim, é necessário estabelecer uma estratégia criativa, que abranja o objetivo da mensagem criativa, que saliente os benefícios para se cumprir esse objetivo, e que inclua a personalidade da marca. 

Tem infinitas vantagens. É relativamente barato, repercute, dá o que falar, consolida e divulga o nome da marca, etc. Contudo, não há como controlar a reação das pessoas frente à ação, e às vezes, essa reação não é positiva, como no caso do Twix em 2010.


Exemplos bacanas:




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