As 10 questões essenciais da era digital
by
Tauana Jeffman
- julho 19, 2014
Sobre o livro:
Sabe aqueles livros que lemos em um fim de semana? Esse é um deles.
Douglas Rushkoff é categórico: devemos aprender programação, porque ou programamos ou somos programados. No livro, o autor apresenta afirmações intensas. Rushkoff (2010, p. 8) acredita que “computadores e redes são mais do que meras ferramentas: eles próprios são seres vivos. Ao contrário de um martelo, uma caneta, ou mesmo uma marreta, uma tecnologia digital é programada”, afirmando ainda que tais tecnologias moldarão o nosso mundo. Para o autor, se faz necessário que tomemos o controle e o gerenciamento dos programas e das redes, ou essas tecnologias acabarão nos moldando.
Douglas Rushkoff é categórico: devemos aprender programação, porque ou programamos ou somos programados. No livro, o autor apresenta afirmações intensas. Rushkoff (2010, p. 8) acredita que “computadores e redes são mais do que meras ferramentas: eles próprios são seres vivos. Ao contrário de um martelo, uma caneta, ou mesmo uma marreta, uma tecnologia digital é programada”, afirmando ainda que tais tecnologias moldarão o nosso mundo. Para o autor, se faz necessário que tomemos o controle e o gerenciamento dos programas e das redes, ou essas tecnologias acabarão nos moldando.
Recheado de "afirmações bombásticas", esse simpático e fininho livro apresenta, como já explicitado na capa, 10 questões essenciais da era digital.
São elas:
1) Tempo: apesar da tecnologia ser atemporal, nós não somos. Não conseguimos (e nem deverÃamos) ficar "sempre ligados!". O Ministério da saúde adverte: ficar online pode ser prejudicial.
2) Lugar: com certeza você deve conhecer alguém que só sai pra tirar uma foto pra postar no Facebook. Ou alguém que, ao invés de aproveitar a festa, fica mexendo no celular. Essas são as pessoas que estão em toda a parte, mas ao mesmo tempo, em lugar nenhum.
3) Escolha: nós não temos que optar entre o sim e o não. Temos também a opção de não escolher.
4) Complexidade: a tecnologia facilita a nossa vida (e quem não gosta disso). Maaas, isso também acarreta a uma "preguiçasão" da pessoa (palavra que consta apenas no meu dicionário). Não pensamos, não analisamos, pesquisamos superficialmente e quando mais emburrecemos mais a tecnologia se complexifica. Imagina onde isso vai dar? Bueno, quem diz isso é o autor.
5) Escala: na internet, não existe tamanho único. Tudo é escalável.
6) Identidade: mostrar sem somos na rede é dar a cara a tapa, é arriscar-se, é responsabilizar-se por aquilo que fazemos, dizemos e escrevemos. E quem não gosta de se arriscar, que vá jogar cartas (com um pseudônimo).
7) Social: aqui o autor faz um pedido: "não venda os seus amigos". Lembra que a rede é social, e que as marcas precisam lembrar disso.
8) Fato: só os fatos sobrevivem na era digital. A mentira nunca teve a perna tão curta.
9) Abertura: isso nos lembra que as redes sociais são inclinadas para a abertura e o compartilhamento, e este, por sua vez, é a questão essencial da era digital. Ou seja, entre todas as questão, a essencial, a principal, é o compartilhamento.
10) Propósito: o autor finaliza do modo que começou, ou seja: programe ou será programado.
Sinceramente, eu não achei o livro lá essas coisas, mas temos a nossa disposição duas resenhas publicadas em revistas cientÃficas.
Resenha publicadaResenha publicada 2
Booktrailer:
Resenhas:
Resenha 1
Resenha 2
Referência:
RUSHKOFF,
Douglas. As 10 questões essenciais da
era digital: programe seu futuro para não ser programado por ele. São
Paulo: Saraiva, 2012.


