Outra iniciativa a destacar são as rádios customizadas. O Grupo Bandeirantes foi o pioneiro na área lançando o Bradesco Esportes FM. "No mercado internacional são comuns esses projetos focados em temas especÃficos, e agora conseguimos viabilizar o modelo no paÃs, num momento extremamente importante para o esporte", afirma Vanderley Camargo (Band News).
Na RBS, "os melhores blogs e perfis disponÃveis nas redes sociais são dos comunicadores das rádios", por isso, o grupo investe em suas personalidades.
Algumas rádios aproveitam o amor dos ouvintes. Luiz Gustavo Vieira (89FM) afirma que o que as rádios têm de diferente são as lovers brands, pessoas que amam o rádio". A relação com os ouvintes fica mais próxima e evidente com as redes sociais.
Compreendemos,
então, que o rádio foi um importante meio de propagação das
ideias de Getúlio Vargas e de seu governo. Com um cunho polÃtico
populista, esse meio era utilizado de forma demasiada e atuava, de
forma geral, como um elo mais Ãntimo entre o Presidente e a
população brasileira, pois aumentava o contato entre estes. Seus
conselheiros perceberam que, quando a voz do Presidente era ouvida, a
população respondia de forma positiva a este toque pessoal. As
palavras de Getúlio Vargas chegavam a um número maior de pessoas,
visto que, no ano de 1940, existia um milhão de aparelhos de rádio
no Brasil, capazes de “sintonizar programas transmitidos no Rio de
Janeiro” (LEVINE, 2001, pp. 97-141). A voz tem fundamental
importância na construção de relações. No caso de Getúlio
Vargas, o rádio possibilitou-lhe estar em diversos lugares ao mesmo
tempo, sem precisar movimentar-se, pois as ondas das transmissões
radiofônicas transmitiam seus discursos àqueles que se localizavam
ao lado de seus aparelhos de rádio, atentos aos pronunciamentos do
então Presidente.
Brazilian
Internet Phenomenon: denominação
utilizada fora do Brasil para a invasão de brasileiros em
sites que não foram criados aqui (como o Orkut, o Facebook e o
Twitter). p. 04
Bookcrossing:
prática de deixar livros em
lugares públicos para que outras pessoas peguem e se sintam
encorajadas a fazer o mesmo. p. 59
Reinventando
o seu próprio sucesso, de
Marshall Goldsmith: afirma que as pessoas se comportam segundo uma
lei natural movida pelos seus próprios interesses. As pessoas buscam
quatro coisas fundamentais na vida: dinheiro, poder, popularidade e
status.
A
lógica do consumo, de Lindstrom
e Vamos às compras!,
de Underhill: ambos afirmam que, quando compramos, agimos de forma
completamente inesperada segundo a ideia convencional de consumo.
Afirmam que sexo não vende, que medo, culpa e religião são
coadjuvantes essenciais na decisão irracional e que os nossos cinco
sentidos são mais importantes no estabelecimento da necessidade do
que antes imaginávamos.
Ibraim,
de Gary Small (2008): defende e comprova que a internet está
alterando nossa atividade cerebral. Ficamos mais ágeis, rápidos,
criativos e filtramos melhor a informação.
O
paradoxo da escolha, de Barry
Schwartz (2004): fala sobre a confusão mental causada pelo excesso
de opções que faz com que deixemos de escolher ou escolhamos errado
nas nossas decisões.
Modernidade
lÃquida, de Zygmunt Bauman
(2000): “a infelicidade dos consumidores deriva do excesso e não
da falta de escolha”.
A nova
desordem digital, de David
Weinberger (2006): o autor explica que, no mundo digital, onde a
informação ficou toda misturada devido à sua avassaladora
abundância e crescimento rápido, nós podemos classificar a bagunça
com diversas palavras que não se relacionam necessariamente umas com
as outras (chamadas de tags).
Fenômenos
sociais nos negócios, de
Charlene Li (2009): “o relacionamento entre as empresas e os
consumidores mudou; em vez de mensagens monodirecionais com o
mercado, agora temos diálogos”.
No entanto, eles não vão muito longe, e acabam ficando e fazendo amizade em uma cidadezinha chamada Gutshot. É nesse lugar que eles conhecem Lindsey e a história dos três (Colin, Hassan e Lindsey) começa a mudar.
A primeira parte tem um caráter mais conceitual e fornece um panorama
geral da constituição dos estudos contemporâneos sobre o consumo e alguns de
seus principais debates. As demais seguem uma tradição mais sociológica e
etnográfica e se subdividem em três seções distintas, que tratam de temas
relativos à sociedade de consumo e à relação entre cultura e consumo e entre
identidade e consumo.
Colim Campbell, com o capÃtulo “Eu compro, logo sei que existo: as bases
metafÃsicas do consumo moderno”, e Laura Graziela Figueiredo Gomes, com “Madame Bovary ou o consumo moderno como
drama social”, são os autores que enriquecem a seção sobre a sociedade do
consumo.